Tombado pelo Iphan, o Centro Histórico de Paraty conquista os visitantes pelo charme das suas construções de período colonial. A arquitetura dominante na cidade é característica da segunda metade do século XVIII e primeiras décadas do século XIX e reflete muitos acontecimentos históricos importantes na região.

Durante séculos, Paraty teve uma importância estratégica no cenário brasileiro, funcionando como entreposto comercial para a entrada de mercadorias e escravos, como porto para o escoamento do ouro vindo de Minas Gerais e, posteriormente, para o café do Vale do Paraíba. Com o passar do tempo, foram criadas rotas alternativas que reduziram a importância do porto e isolaram Paraty.

A cidade foi preservada e atualmente é palco para um diversificado calendário cultural e festas religiosas tradicionais. Suas ruas, protegidas por correntes que impedem a passagem dos carros, preservam o encanto colonial, com casarões que abrigam interessantes lojas, ateliês e restaurantes.

Durante o dia, é possível fazer um passeio guiado a pé ou de charrete para conhecer mais a fundo a história local ou simplesmente caminhar sem rumo pelas ruas, cobertas por um peculiar calçamento irregular – o famoso “pé de moleque”. Em época de lua cheia, vários trechos alagam com a maré, fenômeno que já se tornou um dos principais cartões postais da cidade.

A influência maçônica também está presente no Centro Histórico paratiense, podendo ser identificada através de elementos como os 33 quarteirões, esquinas com três pilares de pedra lavrada e casas pintadas em branco e azul.

 

Entre os pontos de interesse se destacam as igrejas de Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora do Rosário, Santa Rita e Nossa Senhora dos Remédios. Também vale a pena passar pelo Cais e admirar as coloridas embarcações, visitar as lojas especializadas em cachaça, matar a fome em um dos excelentes restaurantes, comprar a sobremesa num dos carrinhos de doces que estão sempre pelas ruas, conferir os ateliês de artistas locais e prestigiar as exposições em cartaz na Casa da Cultura.

 

À noite, turistas e locais vão às ruas para passear, comer e beber – não deixe de provar o Jorge Amado, drinque feito com a tradicional aguardente Gabriela (que leva cravo e canela), limão e maracujá. Outro programa interessante é assistir ao também tradicional teatro de bonecos no Teatro Espaço.

 
 
 

Testimonials

“Pousada calma e ótimo custo-benefício!”

O local é ótimo para quem quer descansar. Dá para chegar a pé ao centro, caminhando uns 15 minutos. O Café da manhã é bom. A Praia do Jabaquara é ótima para passar uma tarde relaxante. A limpeza da pousada é boa. O Atendimento é Ótimo!

Igor, Brasil — Avaliou em 15 de maio de 2017